quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

2011 mais perto de Jesus...

Tenho sonhado diariamente e insistentemente com a volta de Jesus nesse último mês do ano, e sei  que não é por acaso. Meu coração, mediante a tamanha expectativa e medo da perda de tal oportunidade, suplica a transformação completa de meu ser, para que eu possa fazer parte da colheita de Cristo. 

Sei que existe uma luta por mim, de dois senhores. Um dia deixei de servir ao bom Senhor para servir o senhor de meus desejos; mas, como o Amor de meu Mestre não falha, uma vez cravado em meu coração, seja no Vale da sombra e da morte, Ele pulsa em mim e me faz voltar, assim como a ovelha errante. Hoje sou eu é quem luto para que essa batalha por mim não exista, pois Jesus já a venceu, e pagou com seu próprio sangue, sendo eu pertencente à Ele.  É por isso que, eu luto hoje e sempre, para que Jesus me renove, transforme, e faça de meu coração, o melhor lugar para Ele habitar.
2010 se foi... um ano que eu trabalhei ajudando pessoas, de diversas maneiras. Um ano de lutas cedidas e poucas vencidas, isso é fato. Hoje, mais que ontem, minha dependência se dá mais do que a droga mais consumida no mundo, meu corpo, mente  e coração, carece de Jesus. Ele é o ar que eu respiro e que não posso viver sem,  caso contrário, me sufoco com o ar mundano, e sou infectado pelos prazeres banais.
2011 vem aí. Vem com mais cobrança do Espírito Santo, fazendo-nos acordar de madrugada refletindo sobre os sonhos, sobre os atos, e sobre o que estamos fazendo para o Tempo do Fim. Vem com mais artefatos para nos afastarmos do Mestre e fazer-nos a viver como o mundo quer... Isso é fato: Ele está mais perto do que nunca...

Enquanto o mundo nos empurra para sermos melhores pessoalmente, profissionalmente, hoje é tempo de brilharmos por Cristo, refletindo o Seu caráter e amor que está em nós, impactando vidas e fazendo-os se voltarem à Ele. É tempo de tirar de nós para dar aos outros. Dar o que? Dar do amor de Jesus, a mão para quem precisa de um afago, atenção, um prato de comida, um abraço,... 
2011 está aí. Eu não irei ficar parado, não quero perder tempo!
Minha luta agora se intensifica, e eu quero estar no Céu com Deus, meu Jesus Cristo, custe o que custar, mesmo que o medo me traga o tremor. Eu quero lá estar.
Que você reflita sobre isso e que o Espírito Santo chame sua atenção insuportavelmente para que você acorde, e lute por uma morada, lá no Céu! Com Jesus, nosso Salvador.

Feliz 2011!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Duras promessas

A vida do rei Davi não poderia ter sido melhor

Coroado, Saul no esquecimento e futuro sem compromisso com o passado...?!
Não?! Algo desperta uma dessas lembranças. 
Em meio à sua nova vida, Davi lembra-se de uma promessa: 

"Resta ainda alguém da família de Saul a quem eu possa mostrar lealdade, por causa de minha amizade com Jônatas?" (2 Samuel 9:1).
Por que se preocupar com os filhos de Saul?
Quem se importa com a velha guarda? Davi.
Ele se importa porque se lembra do acordo que fez com Jônatas. 

Quando Saul ameaçou matar Davi, Jônatas tentou salvá-lo. Jônatas conseguiu fazê-lo e depois fez este pedido: "Se eu continuar vivo, seja leal comigo, com a lealdade do SENHOR; mas se eu morrer, jamais deixe de ser leal com a minha família" (1 Samuel 20:14,15).

Jônatas morre. Mas o acordo de Davi não.

Ninguém teria pensado duas vezes antes de deixá-lo para trás. (Davi tem muitas razões para se esquecer da promessa que fez a Jônatas).

Os dois eram jovens e idealistas. Quem cumpre as promessas de juventude?

Saul era cruel e impiedoso. Quem honra os filhos de um sujeito vingativo?

Que rei tem tempo para coisas pequenas?

Mas, para Davi, um acordo não é uma coisa pequena.

Encontrar um descendente de Jônatas não era fácil.
Ninguém que pertencia ao círculo de Davi conhecia um.
Chamaram Ziba, um antigo servo de Saul, pois ele conhecia um membro ainda vivo da família de Saul.

Dê uma boa olhada na resposta de Ziba: "Ainda há um filho de Jônatas, aleijado dos pés" (2 Samuel 9:3).

Ziba não menciona nenhum nome, só diz que o menino é aleijado.
Ziba não dá detalhes sobre o menino, mas o quarto capítulo de 2 Samuel os apresenta.
A pessoa em questão é o filho de Jônatas, Mefibose­te.

Quando Mefibosete tinha cinco anos, seu pai e seu avô morreram nas mãos dos filisteus. Conhecendo a brutalidade dos filisteus, a família de Saul foi para as montanhas. A ama de Mefibosete apanhou-o e fugiu, depois tropeçou e deixou-o cair, quebrando ele os dois tornozelos, o que o deixou irremediavelmente manco. Servos fugitivos carregaram-no na travessia do rio Jordão até uma vila inóspita chamada Lo-Debar. O nome significa "sem pasto". Imagine uma cidade com um trailer tom­bado, arrendado por um preço ridículo, jogado no meio de um deserto. Mefibosete escondeu-se ali, primeiro porque estava com medo dos filis­teus, depois porque teve medo de Davi.


Vamos analisar os tristes detalhes da vida de Mefibosete:

·          nasceu como herdeiro legítimo do trono;
·          foi vitimado por uma queda;
·          foi deixado, impossibilitado de andar, em uma cidade estranha;
·          lá vivia sob a ameaça de morte.

Vitimado. Excluído. Incapacitado. Inculto.

"Tem certeza?", insinua a resposta de Ziba.
"Tem certeza de que você quer gente como esse menino em seu palácio?"
Davi tem certeza, e assim fizeram.
Chegando ao palácio, o menino prostra-se e pergunta:

"Quem é o teu servo, para que te preocupes com um cão morto como eu?"

Então o rei convocou Ziba e disse-lhe:

 "Devolvi ao neto de Saul, seu senhor, tudo o que pertencia a ele e à família dele... Mefibosete co­merá sempre à minha mesa" (9:8-10).

Observe: Davi poderia ter enviado dinheiro para Lo-Debar. Teria, generosamente, cumprido sua promessa com uma pensão anual vitalícia. Mas Davi deu mais do que uma pensão para Mefibosete; ele lhe deu um lugar — um lugar à mesa do rei.

E isso não deixa de ser verdade. A criança que não tinha pernas para sustentar-se tem tudo para viver. Por quê? Por que impressionou Davi? Convenceu Davi? Coagiu Davi? Não. Mefibosete não fez nada. Uma promessa motivou Davi. O rei é bom, não porque o menino esteja merecendo, mas porque a promessa é eterna.

De onde Davi tirou tal decisão?

Se pudéssemos perguntar para Davi como ele venceu o gigan­te da promessa, ele nos tiraria de sua história e nos levaria à história de Deus.

Deus é o exemplo a ser seguido em termos do cumprimento de acordos.


Davi conseguiu lutar contra um dos seus vários gigantes: Promessas!!
Conseguiu cumprir a promessa que fez a Jonatas, mesmo quando não havia mais necessidade de suprir a descendência de Jônatas, que estava no esquecimento!  

Deus então? Como pode??

Nos concede um lugar em sua Casa! 
Nos concede o perdão e CUMPRE ATÉ HOJE TODAS AS SUAS PROMESSAS!! 

Como Mefibosete, Deus nos convida assentarmos na Grande Mesa do céu! 

Nós, pecadores diários, convidados para o jantar com o Rei!

Tudo isso vale a pena, quando existe a luta de uma promessa que devemos fazer para nós mesmos:

LUTAR SEMPRE VISANDO SOMENTE O CÉU e não nossos prazeres carnais e temporários!

Prometo continuar lutando sempre! 
Prometo não desistir NUNCA!
O Céu é o meu foco!
O perdão de Jesus é o meu ar!



sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Derrubando Golias

Gosto muito e me identifico com a história de Davi.
Quando pequeno, no Jardim da Infância, uma professora muito especial, ensinou-nos, acredito, o primeiro versículo de nossas vidas...
Davi, porém, disse ao filisteu: Tu vens a mim com espada, e com lança, e com escudo; porém eu venho a ti em nome do SENHOR dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado. I Samuel 17:45

Depois da cirurgia que fiz no estômago, para a correção de uma Hérnia de hiato, fiquei afastado por quase um mês e neste período me dediquei a leitura. Comprei livros relacionados a linguagem do palhaço, pois como palhaço de hospital, busco me profissionalizar diariamente, não sendo um trabalho fácil; porém, quando andava pela livraria, me deparo com um  livro, de um autor no qual admiro muito: Max Lucado.

Derrubando Golias, o nome do livro; que propõe através da história de Davi, a reflexão sobre a superação dos maiores obstáculos de nossas vidas.
Todos os livros que li, no momento pós-operatório foram de extrema importância, mas, este livro em especial, todas as vezes que me deparo com um capítulo novo, meu coração borbulha de suplica à Deus por tamanha misericórdia, não somente por Davi, mas por todos nós.


Davi fez muitas coisas erradas perante Deus: cobiçou, matou, adulterou, mentiu, etc..., e em todas as vezes, se achegou a Deus de coração aberto, mostrando-se imundo, e Deus, lá estava, maravilhoso, limpa-do-o, purificando-o, sendo lâmpada para os seus pés.


Enquanto Saul perseguia Davi, tentando de todas as maneiras, matá-lo; Davi, apesar de fugir, teve várias oportunidades de tirar-lhe sua vida, porém não o fez.

O capítulo 6, página 60, do livro, trás uma reflexão sobre esse momento:

Deus ocupa o único assento na corte suprema do céu. Ele usa a beca e se nega a dividir o martelo. Por essa razão, Paulo escreveu: "Nunca procurem se vingar, mas deixem com Deus a ira, pois está escrito: 'Minha é a vingança; eu retribuirei', diz o Senhor"(Romanos 12:19).
A vingança tira Deus da equação. Os que fazem justiça pelas próprias mãos tomam o lugar de Deus. "Não tenho certeza de que o Senhor poderá cuidar disso. O Senhor pode castigar muito pouco ou devagar demais. Deixe esse assunto nas minhas mãos, obrigado."
É isso o que você quer dizer? Não foi assim com Jesus. Ninguém tinha uma noção mais clara do que era certo e errado do que o Filho perfeito de Deus. Não obstante, "quando sofria, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga com justiça" (1Pedro 2:23).
Somente Deus determina sentenças exatas. Impomos castigos leves ou severos demais. Deus faz a justiça perfeita. Cabe a ele a vingança. Deixe seus inimigos nas mãos de Deus.
Ao fazer isso, você não estará endossando a má conduta deles. Você pode odiar o que alguém fez sem se deixar consumir pelo ódio. Perdoar não é justificar.
Perdoar também não é fingir. Davi não encobriu ou evitou o pecado de Saul. Ele tratou-o de forma direta. Ele não evitou o problema, mas evitou Saul."[Saul] voltou para casa, mas Davi e seus soldados foram para a fortaleza" (1 Samuel 24:22).
Faça o mesmo. Transmita graça, mas, se for necessário, mantenha distância.  
  
Fica aqui, a dica de um livro interessantíssimo e abençoado!